Conforme a polícia, o prejuízo a apenas uma das vítimas do grupo criminoso se aproximou de R$ 100 mil; policial civil está entre os suspeitos.

A atividade ilícita era coordenada por criminosos de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara, conforme as investigações.

A quadrilha chegou a roubar até mesmo uma retroescavadeira da Prefeitura de Londrina, o que deu início às investigações.

Conforme a polícia, as fraudes ocorriam em licitações para reposição de peças e maquinários pesados em cidades paranaenses.

Nove escritórios de advocacia em Curitiba são alvos da operação; o prejuízo com as ações ilegais supera R$ 27,3 milhões, conforme a polícia.

Os desvios de verba pública teriam ocorrido em uma instituição privada que fomenta o esporte inclusivo na cidade.

A polícia busca suspeitos e foragidos da Justiça por crimes de feminicídio, violência física, psicológica, patrimonial, moral e sexual contra mulheres.

Conforme a polícia, os investigados montaram um mercado paralelo para “alugar” senhas de despachantes e inserir dados falsos nos sistemas do Detran.

O objetivo da ação é coibir o tráfico de drogas nas praias paranaenses. Conforme a polícia, 21 ordens judiciais estão sendo cumpridas.

Ao todo, 32 mandados estão sendo cumpridos pelas equipes policiais, em Curitiba, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais.