Os investigados convidaram e organizaram transporte em 8 de janeiro em Brasília, e compartilharam instruções detalhadas para a invasão aos prédios públicos.

Na avaliação de Alexandre de Moraes, eles não representam mais riscos às investigações; envolvidos terão que usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de usar redes sociais.

A ação acontece no Paraná e em outros estados; a Justiça também determinou o bloqueio de bens, ativos e valores dos investigados até o limite de R$ 40 milhões.

Em 8 de janeiro, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes; desde então, a PF realiza ações para identificar os envolvidos.

O número total de denunciados pelo Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos chegou a 912 pessoas, entre executores e incitadores.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o TSE a disponibilizar os dados dos investigados.

A ação ocorre no Paraná e em outros quatro estados, além do Distrito Federal; no início do mês, bolsonaristas radicais invadiram e vandalizaram Brasília.

Da lista de possíveis envolvidos com ações contra a democracia, quase 50 pessoas são do Paraná; canais de denúncias de atos golpistas seguem ativos.

Ao justificar sua posição, o presidente Lula afirmou que uma CPI neste momento pode "causar uma confusão tremenda".