Determinação atende um pedido da Polícia Federal, que investiga um suposto desvio e venda irregular de joias recebidas pelo ex-presidente de autoridades estrangeiras.

Ministro e seus filhos prestaram depoimento sobre as agressões; PF aguarda imagens de câmeras de segurança do aeroporto de Roma.

O ministro estava com a família quando foi abordado por três brasileiros, que o chamaram de “bandido”, “comunista” e “comprado”.

Jair Bolsonaro fez duras críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema eleitoral quando ainda ocupava a Presidência da República.

Esse é o quarto grupo de investigados pela depredação aos prédios dos Três Poderes, em Brasília; o relator, ministro Alexandre de Moraes, já se manifestou a favor das acusações.

Os ministros Rosa Weber e Alexandre de Moraes teriam esclarecido às detidas que as suas condutas serão individualizadas e que elas serão punidas com Justiça.

Além de reuniões com diferentes autoridades, a mobilização do grupo de parlamentares incluiu visitas aos complexos penitenciários da Papuda e Colmeia.

O Telegram critica a ordem de bloqueio e diz que a determinação “colide com o direito à liberdade de expressão”; magistrado estipulou multa diária de R$ 100 mil pelo não cumprimento da determinação.

Os presos respondem por crimes como terrorismo e tentativa de golpe de estado; outras 220 pessoas foram liberadas, mas com a obrigação de cumprimento de medidas cautelares.

Antes dos ataques antidemocráticos em Brasília, Torres já havia entrado na mira de Alexandre de Moraes e dos inquéritos relatados pelo ministro que envolvem o ex-presidente e seus aliados.