Na primeira vez que o caso Renato Freitas foi apreciado, os vereadores deliberaram pela cassação do vereador petista.

Houve "claro objetivo de forjar o remetente da mensagem, simulando as credenciais do vereador Sidnei Toaldo", aponta o relatório da Câmara.

Submetida a votação no plenário,a cassação do vereador Renato Freitas (PT) dependerá da maioria absoluta dos parlamentares para que seja efetivada.

Além dele, os vereadores Herivelto Oliveira (Cidadania) e Carol Dartora (PT) também foram alvos do conteúdo criminoso.

O parlamentar foi denunciado na Câmara por quebra de decoro, após participar de um protesto contra o racismo durante uma missa na Igreja do Rosário.

O adiamento da matéria ocorreu após a vereadora Maria Letícia (PV) pedir vistas ao processo; sanções variam desde censura pública até a cassação do mandato.

Vereador do PT responde por quatro representações na Câmara, que o acusam de ocupar a Igreja do Rosário e impedir o exercício da fé.

O petista é alvo de um Processo Ético-Disciplinar (PED) por quebra de decoro parlamentar ao ocupar um templo religioso.

A Arquidiocese de Curitiba a Câmara Municipal que o vereador Renato Freitas não seja cassado pela invasão da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

O Comitê de Ética da Câmara de Curitiba decidiu por unanimidade manter o processo por quebra de decoro contra o vereador Renato Freitas (PT).