Ações movidas movidas pelo PL e pelo PT apontam suposto abuso de poder econômico durante a pré-campanha de Moro.

A notícia é uma reviravolta no cenário político do Paraná e até mesmo do Brasil, caso Moro seja cassado.

A ação criminosa planejava homicídios e extorsão mediante sequestro contra servidores públicos e autoridades, conforme a PF.

A articulação solicita a cassação do mandato do ex-juiz e a quebra de seu sigilo fiscal e bancário por gastos realizados durante a pré-campanha deste ano.

Moro disse discordar de quem fala que houve excessos na Lava Jato e ironizou as acusações de colaboração entre juiz e acusação.

A presença surpresa do ex-juiz no debate ocorreu após troca de mensagens e conversas entre Moro e o próprio Bolsonaro.


O candidato ao Senado do Paraná agora se apresenta como "Juiz Moro", e os nomes de seus dois suplentes aparecem com maior destaque.


Ação do PT alega que o ex-juiz não tem seis meses de domicílio eleitoral no Paraná e, por isso, não poderia registrar candidatura pelo estado.

O valor declarado por Moro é menor do que os R$ 3,7 milhões que o ex-juiz afirmou, em janeiro, ter recebido da consultoria americana Alvarez & Marsal.


No mês passado, a transferência de domicílio eleitoral do ex-juiz para São Paulo foi negada pela Justiça Eleitoral, e ele disputará o Senado pelo Paraná.