Os agentes públicos teriam extorquido R$ 500 mil de um motorista de carga.

Operação Pax Gaeco Paraná

Os crimes teriam o envolvimento de agentes públicos e de dois advogados.

Os policiais receberiam cerca de R$ 100 mil pela execução, segundo as investigações.

As investigações apontaram que as informações prestadas pelos policiais no boletim de ocorrência eram falsas.

Quadrilha faturava R$ 400 mil por semana com diversos crimes, segundo o MP.

Os agentes foram presos durante a Operação Rebote, em Londrina, que investiga envolvimentos de militares em esquema de apreensão de entorpecentes

Dois policiais militares em atividade e um policial militar rodoviário da reserva remunerada estão entre os presos da operação realizada hoje.

Além do envolvimento em roubos seguido de morte, as investigações apontaram que os PMs também falsificavam boletins de ocorrência.

A ação nacional ocorre simultaneamente em 12 estados; no Paraná, há ordens judiciais em cumprimento em presídios e residências.

A Justiça determinou o recolhimento de seis imóveis, quatro veículos e valores em dinheiro físico dos investigados, que seriam produtos de crime.