Alexandre de Moraes condenou a coligação de Bolsonaro, formada por PL, PP e Republicanos, ao pagamento de multa por litigância de má-fé.

O encontro ocorre no momento em que bolsonaristas cobram as Forças Armadas para que promovam um golpe que impeça a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Presidente do TSE também aplicou multa de R$ 22,9 milhões à coligação de Jair Bolsonaro, por litigância de má-fé.

Bolsonaro não ia até o Planalto desde o dia 3 de novembro; retorno ocorre um dia após o PL apresentar um relatório em que pede a invalidação de votos.

Derrotado no segundo turno das eleições por Lula, o chefe do Executivo sempre levantou suspeitas, sem provas, contra as urnas eletrônicas.

O TSE tem restringido contas que levantem suspeitas sem provas sobre fraude nas urnas eletrônicas ou motivem atos antidemocráticos.

Ativo nas redes sociais, o silêncio de Bolsonaro sobre a derrota nas urnas já ultrapassa 36 horas; presidente não deu qualquer satisfação aos 58,2 milhões de eleitores que nele depositaram seu voto.

Apesar da polarização do pleito presidencial, a eleição ocorreu de forma pacífica; Alexandre de Moraes pediu ainda o fim de ataques contra a credibilidade das urnas eletrônicas.

Atual presidente ainda não se manifestou sobre a derrota nas urnas e a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva pela maioria dos eleitores brasileiros.

De acordo com um ministro de corte superior, Bolsonaro discursa para o seu eleitorado com o intuito de provocar tumultos no dia 30, em caso de derrota, e, assim, tenta preparar o "tapetão".