Na avaliação de Alexandre de Moraes, eles não representam mais riscos às investigações; envolvidos terão que usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de usar redes sociais.

Presidente declarou que "os malucos estão na rua, ofendendo pessoas, xingando pessoas", e citou a agressão sofrida pelo ministro Alexandre de Moraes em Roma.

Os presos respondem por crimes como terrorismo e tentativa de golpe de estado; outras 220 pessoas foram liberadas, mas com a obrigação de cumprimento de medidas cautelares.

Mensagens que circulam em grupos bolsonaristas anunciam uma "Mega Manifestação Nacional pela Retomada do Poder" para esta quarta-feira (11).

Em Curitiba, manifestantes alinhados com o ex-presidente Bolsonaro e que não aceitam o resultado democrático das urnas estão acampados no Forte do Pinheirinho e no Quartel do Bacacheri.

Um grupo de bolsonaristas é investigado por atos de vandalismo após a diplomação de Lula; eles tentaram invadir a sede da Polícia Federal e queimaram veículos.

Os mandados foram ordenados por Alexandre de Moraes e miram envolvidos em atos antidemocráticos, incluindo bloqueios em rodovias e manifestações em quartéis.

Presidente do TSE declarou que muitos dos que se mostram "valentes" em redes sociais não têm coragem na vida real.

Moraes havia determinado buscas e apreensões contra empresários bolsonaristas acusados de compartilhar mensagens antidemocráticas e golpistas.

As buscas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF; entre os alvos estão o dono da Havan, Luciano Hang, e do Grupo Coco Bambu.