O crime ocorreu em Foz do Iguaçu em julho do ano passado, durante a festa de aniversário do petista, e teve ampla repercussão nacional.

Policial penal Jorge Guaranho será julgado por homicídio duplamente qualificado; crime ocorreu em julho, durante a própria festa de aniversário do petista.

Na decisão, a Justiça manteve a prisão preventiva de Guaranho pelo cenário “conturbado” em razão da proximidade das eleições.

Justiça converteu a prisão preventiva em prisão domiciliar após o Complexo Médico Penal de Pinhais afirmar que não teria condições de mantê-lo.

Bolsonaro classificou o crime como "lamentável e injustificável" e afirmou que "a imprensa tentou colocar" o crime no colo dele.

A celeridade dos trabalhos e a falta de enquadramento como crime político foram alvos de críticas de familiares de Marcelo Arruda e aliados do ex-presidente Lula.

A motivação política de um crime não está prevista em lei específica, mas pode ser um elemento para aumentar a pena, segundo especialistas.

Ato vai relembrar os sete dias de falecimento do tesoureiro do PT e, principalmente, deve servir como um pedido de paz e respeito às posições políticas.

Segundo a esposa, Jorge Guaranho não agiu por motivação política e invadiu a festa do petista porque se sentiu agredido e ameaçado.

A viúva de Marcelo Arruda, disse ter ficado surpresa com o telefonema e que Bolsonaro está usando a situação politicamente.