Os investigados convidaram e organizaram transporte em 8 de janeiro em Brasília, e compartilharam instruções detalhadas para a invasão aos prédios públicos.

Os alvos são apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, em janeiro.

Além de 20 pessoas presas pela Polícia Federal por envolvimento na depredação em Brasília, 920 pessoas seguem custodiadas na Capital Federal.

O blogueiro Oswaldo Eustáquio está foragido desde dezembro, após mandado de prisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Empresas bancaram os ônibus que transportaram os bolsonaristas radicais à Brasília e auxiliaram os golpistas que permaneceram acampados no QG do Exército.

As internações aconteceram no mesmo período em que o político passou por crises envolvendo seu governo ou familiares dele.

Flávio Dino afirmou ainda que o governo do Distrito Federal prometeu reforços para conter os ataques e restabelecer a ordem em Brasília.

Manifestantes bolsonaristas com pedidos antidemocráticos invadiram a Esplanada dos Ministérios e depredaram o patrimônio público; PM reage e há confrontos.