Nesta fase, a PF atuará na interrupção logística do garimpo ilegal, por meio da destruição de maquinários e meios dedicados ao crime.

Pilotos de aviões e helicópteros estão exigindo R$ 15 mil por pessoa que deseja sair da Terra Indígena Yanomami.

Setores de inteligência do governo federal e o próprio movimento indígena identificaram a fuga de garimpeiros da terra indígena nos últimos dias por terra e por via fluvial.

A auditoria conjunta do TCU e da CGU começou na semana passada, após a visita do presidente Lula que revelou a situação de penúria do povo yanomami.

A partir de agora, caberá ao Comando da Aeronáutica a adoção de Medidas de Controle do Espaço Aéreo contra todos os tipos de tráfego aéreo suspeitos.

A estimativa do Ministério dos Povos Indígenas é que haja mais de 20 mil invasores na área protegida dos Yanomami.

As apurações também incluem crimes como quebra de segredo de Justiça, desobediência e delitos ambientais que ameaçaram a saúde, a segurança e a vida de diversas comunidades indígenas.

Entre as razões para criação do grupo, é citada a situação de crise humanitária do povo yanomami e as gravíssimas violações de direitos fundamentais.

As providências tomadas pelo governo foram limitadas, com deficiência na oferta de serviços de saúde, falta de remédios e a presença de garimpeiros na região.

Lula criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por priorizar as motociatas e ter "abandonado" os ianomâmis.