Os mandados foram expedidos pelo STF e cumpridos em endereços ligados aos investigados; a PF apura os crimes de injúria, perseguição e desacato contra Moraes.

Em solo italiano, o ministro foi abordado por um grupo de brasileiros que o chamou de “bandido”, “comunista” e “comprado”.

O ministro estava com a família quando foi abordado por três brasileiros, que o chamaram de “bandido”, “comunista” e “comprado”.

Os presos respondem por crimes como terrorismo e tentativa de golpe de estado; outras 220 pessoas foram liberadas, mas com a obrigação de cumprimento de medidas cautelares.

Mandado de prisão falso contra o ministro do STF surgiu no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões; Polícia Federal investiga.

Os mandados foram ordenados por Alexandre de Moraes e miram envolvidos em atos antidemocráticos, incluindo bloqueios em rodovias e manifestações em quartéis.

Alexandre de Moraes se tornou um dos principais algozes de Bolsonaro durante seu mandato presidencial, que se encerra neste mês.

Presidente do TSE também aplicou multa de R$ 22,9 milhões à coligação de Jair Bolsonaro, por litigância de má-fé.

O ministro disse que, em algumas localidades, há empregadores querendo reter o documento dos empregados para que eles não possam comparecer para votar.

De acordo com tribunal, entre os 80% dos eleitores que compareceram às urnas foi registrado um número de 4,20% de votos brancos e nulos. Nas eleições de 2018, o índice foi 8,8%.