Conforme o TSE, o então candidato à reeleição veiculou propaganda eleitoral irregular na internet e desinformação, além de ofensas por meio do site Lulaflix.

A ação apura a suposta prática de abuso de poder político e de uso indevido dos meios de comunicação do ex-presidente.

A ação contra Bolsonaro por abuso de poder político e econômico no processo eleitoral pode levar à inelegibilidade do ex-presidente.

Bolsonaro diz que, por diversas vezes, foi chamado pelo petista de genocida, miliciano e assassino, além de demônio e canibal; presidente eleito diz que só se manifestará em eventual processo.

As ações não resultarão em cassação de mandato, que se encerra em 31 de dezembro, mas, se procedentes, levariam à perda dos direitos políticos de Bolsonaro, provocando sua inelegibilidade.


Bolsonaro tem histórico de questionar o sistema eleitoral e insinuar em tom golpista que pode não aceitar resultado diferente da própria vitória.


A ação foi protocolada no TSE após o homicídio do guarda municipal Marcelo Arruda, que era tesoureiro do PT em Foz.

O processo tem pouca chance de prosperar na corte, mas deverá ser usado politicamente pelo mandatário, que tem feito ataques reiterados ao Supremo.