Últimas Notícias
Tamanduá-mirim é devolvido à natureza no Paraná
(Foto: IAT União da Vitória)

Tamanduá-mirim é devolvido à natureza no Paraná

Espécie se alimenta de formigas e cupins e mede entre 93 cm a 1,5 m de comprimento com a cauda.

Vinicius Cordeiro - quinta-feira, 20 de junho de 2024 - 14:49

Um tamanduá-mirim, resgatado por um morador de General Carneiro, na região sul do Paraná, foi devolvido à natureza por técnicos do núcleo regional do Instituto Água e Terra (IAT), em União da Vitória, também no sul do Estado.

O animal estava em uma das áreas da empresa em que o homem trabalha. O IAT foi acionado e encaminhou o tamanduá para avaliação clínica. Uma médica veterinária atestou as boas condições de saúde do animal, o que permitiu a volta dele à natureza.

Segundo o IAT, o tamanduá foi solto em um local de mata fechada. Também chamado de tamanduá-de-colete devido à coloração amarela e pelos pretos que formam um desenho semelhante a um colete, o tamanduá-mirim é um animal característico do Noroeste paranaense.

Essa espécie se alimenta principalmente de formigas e cupins e mede entre 93 cm a 1,5 m de comprimento com a cauda.

O resgate e atendimento a animais silvestres por parte do IAT é bastante comum. Na semana passada, um tamanduá-bandeira retornou ao habitat após se recuperar de diversos ferimentos por meio do suporte do Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS) que funciona na clínica veterinária do Centro Universitário Filadélfia (Unifil), em Londrina, um dos espaços conveniados ao IAT.

São quatro CAFS em funcionamento no Paraná. Além de Londrina, há pontos na Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), de Guarapuava; Centro Universitário de Cascavel (Univel) e Unicesumar, de Maringá.

Além disso, recentemente o IAT assinou um termo de cooperação para a criação de um novo CAFS no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu.

COMO AGIR AO ENCONTRAR ANIMAIS COMO O TAMANDUÁ

Ao avistar animais machucados, tráfico ilegal ou em cativeiro irregular, qualquer pessoa deve entrar em contato com a Ouvidoria do Instituto Água e Terra ou da Polícia Militar do Paraná.

Se preferir, a pessoa pode ligar para o Disque Denúncia 181 e informar de forma objetiva e precisa a localização e o que aconteceu com o animal. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor.

Compartilhe