A medida abre a porta para que outros países da Otan doem blindados de seus estoques para apoiar o esforço de guerra da Ucrânia contra a Rússia.

“Precisamos nos preparar para o fato de que [a guerra] pode levar anos. Não podemos desistir de apoiar a Ucrânia”, disse o secretário-geral da entidade.

O processo de avaliação, que poderia durar até dois anos, será acelerado, disse a Otan, mas encontra resistência da Turquia.

A Suécia também deve solicitar o ingresso no tratado, seguindo Helsinque e abandonando décadas de neutralidade.

Johnson é o primeiro chefe de Estado ou governo de potências do G7 que viajou a Kiev desde o início da guerra promovida pela Rússia.

Nesta sexta (8), emergiram relatos de que Kiev está recebendo sistemas antiaéreos de longa distância, blindados, peças de artilharia, lançadores de foguetes e até tanques.

A Otan vem apoiando a Ucrânia desde 2014, com treinamento militar e fornecimento de armamentos, mas, como o país não faz parte do bloco, a aliança militar não deve participar ativamente na guerra

A Rússia ameaçou de consequências políticas e militares os governos de Finlândia e Suécia em caso de associação com a OTAN.