Otimismo sobre Neymar aumenta, e jogo contra a Suíça decidirá estratégia

O camisa 10 da seleção já caminha sem muitos problemas e com bem menos inchaço do que nas primeiras 24h da lesão sofrida no tornozelo direito.

A seleção brasileira está mais confiante nos bastidores sobre a recuperação de Neymar, que deixou o jogo contra a Sérvia machucado e é desfalque confirmado para o compromisso desta segunda-feira (28), diante da Suíça, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo no Catar. 

Menos de três dias depois do lance em que sofreu uma lesão de ligamentos no tornozelo direito com edema ósseo, o camisa 10 da seleção já caminha sem muitos problemas e com bem menos inchaço do que nas primeiras 24h, segundo apurou o UOL Esporte. “Ele já está andando normal”, disse uma pessoa que teve contato com Neymar na última noite.

Além disso, a sensação interna é de que Neymar está se sentindo bem e confiante em já ter condições de jogo a partir da terceira rodada da fase de grupos, dia 1º, contra Camarões.

Neymar postou imagens de seu tornozelo direito após a lesão sofrida, e o trabalho de recuperação. Fotos: Reprodução/Instagram

Como mostrou o UOL, a ideia do departamento médico da seleção brasileira é dar o máximo de tempo possível para o jogador se recuperar da lesão no tornozelo. Porém, se o Brasil estiver numa situação delicada na Copa, já existe um plano B para colocá-lo em campo no sacrifício.

É por isso que a seleção brasileira não deu prazo para o retorno de Neymar e também do lateral-direito Danilo, que tem uma lesão mais simples, para além do jogo contra a Suíça. Há possibilidade real de eles retornarem ainda na primeira fase, mas o foco é o mata-mata.

Tudo depende do jogo desta segunda-feira, às 13h (de Brasília). Se o Brasil vencer e encaminhar vaga no mata-mata, ambos devem ser poupados diante de Camarões. Se não vencer a Suíça e a situação ficar delicada, eles vão a campo. 

Essa alternativa envolve um tratamento de choque com infiltrações, faixas para segurar o tornozelo, estabilizadores que ajudam o jogador a se movimentar melhor e não sentir tanta dor, algo parecido com a que vive Lionel Messi e a Argentina.