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Ratinho Junior foca ações na contenção de erosões e amplia aceitação no Noroeste

Ratinho Junior foca ações na contenção de erosões e amplia aceitação no Noroeste

Recursos para conter erosão em Loanda e pedidos de ajuda para amenizar os impactos em Alto Paraná

Pedro Ribeiro - segunda-feira, 24 de junho de 2024 - 11:35

Os adversários políticos do governador Ratinho Junior (PSD) vão ter que trabalhar muito para tentar, pelo menos, diminuir sua aceitação nos municípios. Por onde passa, vai engrossando o cordão de apoiadores, o que o estimula a manter firme sua intenção de, um dia, subir a rampa do Palácio do Planalto.

Neste final de semana, o governador esteve em Loanda, onde liberou recursos para conter as erosões que castigam vários municípios da região Noroeste. No fundo, isto tem uma causa: a dizimação das nossas florestas.

Durante sua estada em Loanda, o pré-candidato a prefeito de Alto Paraná, Everton Roncáglio (PSD), pediu apoio para contenção de uma erosão que está enraizada há mais de 70 anos no município.  Se houver ajuda do governo, a sugestão que damos ao candidato, caso se eleja, é que plante árvores em volta da erosão para contê-la, além das ações mecanizadas.

De olho nos marketeiros das fakes

Luiz Cláudio Romanelli fez um alerta neste final de semana sobre a proliferação de Fake News, onde lamentou as tentativas que visam confundir o cidadão. Citou o caso da pandemia e a tragédia no Rio Grande do Sul, onde notícias falsas acabaram atrapalhando as ações de buscas, salvamento e de ajuda aos gaúchos.

Intencional ou não, a observação do deputado serve para a campanha para prefeitos que já está nas ruas. Marketeiros do mal já começaram a distribuir Fake News para desconstruir adversários. Ainda bem que temos o Ministério Público do Tribunal Eleitoral para monitorar esses malandros que usam dinheiro público (Fundo Eleitoral) para praticar atos ilícitos.

Que o deputado Romanelli também fique atento e que faça uso da Tribunal da Assembleia Legislativa no combate a essa maligna prática que desvirtua as campanhas políticas no Paraná.  

Violência política contra a mulher

A secretária nacional do Movimento Mulheres Republicanas, senadora Damares Alves (DF), lançou neste sábado (22), em Curitiba, a campanha de filiação “Mulher, Tome Partido!” durante o 1º Encontro Mulheres Republicanas do Paraná. “Já percorremos todas as regiões, incentivando mulheres a tomarem partido por suas cidades, seus estados, suas famílias, pelo Brasil. Estamos formando um exército de mulheres que vão fazer diferença na política e na sociedade”, afirmou Damares.

A secretária do Movimento Mulheres Republicanas no Paraná, a deputada cantora Mara Lima, defendeu a importância de incentivar mais mulheres a participar da política: “Mais mulheres na política são mais políticas públicas para as famílias, mulheres, crianças e idosos”. É de autoria da deputada o projeto de lei que institui o “Enfrentamento à Violência Política contra a Mulher no Paraná” (PL129/2024), que está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa (CCJ).

“Todas nós sabemos quanto a política pode ser um ambiente hostil para nós, mulheres. Muitas de nós enfrentamos assédio, constrangimento e ameaças simplesmente por exercer nossos direitos políticos. Isso é inaceitável e precisa mudar. Não se trata apenas de eleições e mandatos, mas também de participação em partidos, associações, manifestações e atividades de militância”, argumentou.

O evento reuniu mais de 500 mulheres em Curitiba.

Assédio em colégio cívico-militar

A deputada Ana Júlia Ribeiro (PT) protocolou nesta sexta-feira, dia 21, um pedido de informações junto às secretarias de Educação e de Segurança Pública, no qual cobra providências das pastas em relação ao caso de assédio sexual registrado no Colégio Cívico-Militar General Osório, de Ponta Grossa.

Durante uma viagem de visita ao Zoológico Municipal de Curitiba, um coronel teria abusado de uma estudante de 12 anos de idade, importunando a vítima durante o passeio e tentando agarrá-la. Conforme relatos, ele só parou após ação dos colegas da jovem.

De acordo com relato da vítima, as diretoras do colégio deixaram de prestar auxílio à estudante e não comunicaram o caso imediatamente às autoridades competentes. Uma das diretoras teria impedido a jovem de reportar o fato à mãe, tomando o celular das mãos dela e mantendo-a trancada na sala da direção.

“Tais fatos são estarrecedores, absurdos e enojam toda a comunidade paranaense! É inadmissível o comportamento do coronel, assim como das diretoras que se omitiram e tentaram protegê-lo. Exigimos a tomada de medidas disciplinares cabíveis”, afirma a deputada.”, afirma a deputada.    

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